sábado, 24 de março de 2012

Ideias de lembrancinhas para Páscoa



A Páscoa está Chegando...

   A páscoa cristã comemora a morte e a ressurreição de Jesus, ressurreição que aconteceu três dias depois da sua crucificação. Como não se sabe exatamente o dia da ressurreição, comemoramos a páscoa no primeiro domingo depois da lua cheia, que ocorre entre os dias 21 de março e 25 de abril, chamada data do equinócio.
    O Coelhinho da Páscoa foi trazido para a América por imigrantes alemães em 1699. A festa tradicional da Páscoa associa a imagem do coelho a um símbolo de fertilidade. No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. O mais importante é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertilidade que os coelhos possuem. Eles geram grandes ninhadas. São notáveis por sua capacidade de reprodução. Pois a Páscoa é reprodução, ressurreição, vida nova.
    O ovo contém algo oculto, é como um túmulo fechado. É pois símbolo da ressurreição de Cristo que irrompe da sepultura para a nova vida. Sendo a Páscoa a ressurreição de Jesus que venceu a morte, ela é início de uma nova vida, a redenção da humanidade. Cristo, na manhã da Páscoa irrompeu do sepulcro em que se achava sepultado. É desta fundamentação cristã que procede o costume dos ovos de Páscoa. 
   Aí veio o  pessoal do marketing e juntou tudo numa coisa só, colocou chocolate no meio e começou a vender. kkkkkkkkk

                                                                                                                             By Paty

sábado, 3 de março de 2012

08 de Março - Dia Internacional da Mulher


História do 8 de março
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Objetivo da Data 
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva detrabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras 
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Marcos das Conquistas das Mulheres na História 

- 1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
- 1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
- 1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
- 1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
- 1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
- 1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
- 1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
- 1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
- 1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças
- 1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina
- 1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

Modelo de Fichamento

MODELO DE FICHAMENTO DE LEITURA

Caro aluno,

Tenho a satisfação de apresentar-lhes um modelo de fichamento que poderá ser adotado por vocês tanto na íntegra, quanto adaptado à suas necessidades, bem como servir de estímulo para que elaborem outro totalmente diferente, desde que se prove útil.

Primeiramente, vale destacar que muitos de nós professores continuamos a usar a palavra fichamento, apesar deste termo estar ligado ao mundo da era pré-informática. À época isto queria dizer fazer registro da leitura empequenas fichas, que eram armazenadas em um fichário. As fichas se prestam a auxiliar o aluno a destacar questões centrais da leitura e participar das discussões em sala de aula, aspectos não compreendidos, termos identificados pela primeira vez etc. Apesar de nos encontrarmos na era da informática, a idéia essencial continua sendo a mesma, uma vez que é possível imprimir o fichamento elaborado no computador, com a vantagem de poder alterá-lo, o que, em tese, ajuda ainda mais o usuário.

Em segundo lugar, quero deixar claro que o fichamento é uma ferramenta didática que permite ao professor conhecer o cuidado do aluno em relação à leitura solicitada, mas ajuda muito mais ao próprio aluno (quando é bem elaborado), pois lhe assegura um método de aprendizado por intermédio da leitura. Portanto, espero que este recurso não seja encarado como obrigação imposta pelo professor para aferir o compromisso com leitura (embora também o seja em certa medida).

A elaboração de um bom fichamento, o qual não deve ser confundido com um resumo, permite ao estudante alcançar ao menos três (3) objetivos, a saber:

1) utilizá-lo em sala de aula na discussão do texto;
2) servir de estudo para melhor domínio do conteúdo, comparando-o a outros textos afins, e, ainda;
3) guardá-lo para uso futuro na forma de consulta, dispensando a necessidade de ter de refazer toda a leitura (levando em conta que muitas vezes não adquirimos a obra).

Para que o item 3 possa ser eficaz é preciso que o fichamento seja bem feito de maneira a despertar rapidamente suas lembranças. Você poderia pensar, mas por quê irei precisar disso no futuro? Talvez sua própria curiosidade intelectual possa levá-lo a necessitar deste recurso em um momento que esteja fazendo a leitura de outra obra que tenha, eventualmente, conteúdo similar. Pode, igualmente, servir de exemplo para trabalhos profissionais.

Assim sendo, passo a listar algumas exigências básicas para se fazer um bom fichamento:

1
Identificar a Fonte da Leitura (Livro, Tese não publicada, Artigo em revista etc);
1.1
Ano da Publicação (ou do documento, caso não tenha sido publicado);
1.2.
Nome da Editora (em caso de ter sido publicado);
1.2.1.
Número da Edição e/ou da impressão (nem sempre existe em publicações mais antigas);
1.2.2.
Número de páginas (do livro e/ou da parte lida).
1.3.
Título da Obra;
1.3.1.
Título da Obra no Original (em caso de obra estrangeira. Está na ficha catalográfica)
1.3.2
Título do Capítulo ou do trecho lido (caso tenha lido um trecho sem título ou sub-título, procure dar um a partir da frase empregada pelo autor no início de um parágrafo);
1.4.
Localização da obra (se obtida em biblioteca, da propriedade do próprio aluno etc);
1.5.
Nome do Autor (ou autores) e/ou do Organizador;
1.5.1.
Nome do Tradutor (no caso de ser uma obra escrita originalmente em outro idioma);
2.
Tema da Obra (Administração, Sociologia etc.);
2.1.
Palavras-chaves (caso haja na ficha catalográfica da obra valha-se delas, mas use também as que te pareçam mais indicadas);
2.2.
Idéia ou idéias principais do autor (registre as que lhe pareçam as mais importantes. Aqui já se exigirá do aluno um esforço de síntese ao tentar captar tais idéias);
2.2.1.
Objetivo (s) principal (is) do autor (nem sempre o autor explicita seu objetivo);
3.
Reprodução de trechos da leitura (dos que considerar os relevantes para a apreensão do conjunto da leitura. Importante ao final da reprodução identificar o item e a página de onde copiou);
3.1.
Conceitos utilizados acompanhados da explicação do autor;
3.2.
Nomes de outros autores ou livros citados no texto (trata-se da bibliografia comentada pelo autor ao longo de seu texto e sobre a qual ele faz referências);
4.
Glossário de palavras e conceitos (há semelhança com o item 3.1.,mas há ligeira diferença);
5.
Comentários do aluno sobre a leitura (fácil, difícil, o que aprendeu, o concluiu, etc.).
5.1.
Dúvidas da leitura que deseja esclarecer em aula (se mais de uma numerá-las).

Quanto a forma de elaboração do fichamento, penso ser apropriado que este seja feito com ao menos duas (2) colunas para melhor divisão e clareza, mas não mais do que quatro (4) a fim de não torná-lo detalhado demais. O modelo que apresento parcialmente abaixo dispõe de três (3).

Itens
Conteúdo
Observação do Aluno
1. Tipo de Obra
Livro

1.1 Ano da Publicação
1999

1.2. Editora
Paz e Terra

1.2.1. Edição
1ª Edição

1.2.2. Páginas
530 páginas

1.3. Título
O Poder da Identidade
Trata-se do volume II de uma mesma obra publicada em 3 livros.
1.3.1. Título original
The Power of Identity

1.3.2. Título do Capítulo.
Capítulo I – Paraísos Comunais: identidade e significado das Sociedades em Rede (pág. 21 a 92).
Li parte do capítulo, que foi solicitado pelo professor, mas que não apresentava subdivisão.
1.4. Localização
Biblioteca da Fundação Escola Sociologia e Política
Há três exemplares na biblioteca, mas o que obtive é o que se encontra em pior estado.
1.5. Autor
Manuel Castells

1.5.1. Tradutor
Klauss Brandini Gerhardt

2. Tema
Mudança Social, Sociologia

2.1. Palavras-chaves
Capitalismo; Cultura; Conflitos; Etnias; Identidade; Mudança Social; Poder; Povos.

(....)
(....)
(...)
5. Comentários
Considerei a obra difícil seja por se tratar de um tema que eu desconhecia, mas também pela quantidade de termos novos para mim. Entretanto, aprendi bastante depois de fazer uma segunda leitura e constato que o autor trata da profundidade da mudança social no mundo globalizado e o quanto isto impacta na cultura dos povos e na sua existência. Em minha opinião, Manuel Castells tem uma visão bem pessimista sobre este processo, embora admita que alguns processos bem interessantes também ocorram.

5.1.
Quero saber a opinião do professor sobre esta obra. Será que ele considera que o autor tem uma opinião muito negativa da mudança social sobre as sociedades?


Finalmente, tenho a expectativa de que a partir do modelo acima você se sinta estimulado a fazer o fichamento. Bem, mas antes do fichamento, o melhor mesmo é fazer uma leitura bem atenta. Boa sorte.
***

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Absurdos que os professores encontram em provas... afff

fonte: maniadescraps.com

Higiene



A higiene pessoal é importante para todas as pessoas e deve ser ensinada às crianças o mais cedo possível. 
A higiene é o conjunto de meios para manter as condições favoráveis à saúde.
Os hábitos de higiene diários incluem não só a lavagem corporal mas também o tipo de alimentação, vestuário e calçado, a postura no dia-a-dia, as horas de sono diárias e a prática de exercício físico.
Os cuidados de higiene pessoal são essenciais, pois evitam que micróbios e outros seres vivos, como vermes, penetrem em nosso corpo e assim,  nos causar doenças.


Gibis estimulam a turma a tomar gosto pela leitura


Esse gênero literário colorido, ilustrado e cheio de recursos gráficos incentiva os pequenos de pré-escola a criar o hábito de ler


Foi-se o tempo em que os gibis eram proibidos na sala de aula e as crianças tinham de escondê-los sob a carteira. Os quadrinhos são uma excelente opção para incentivar a leitura em quem está entrando no mundo das letras. A começar pelos personagens, que, por si só, são atraentes para a garotada. "Eles despertam interesse por serem bem conhecidos", explica o psicólogo José Moysés Alves, da Universidade Federal do Pará.

"Afinal, estão presentes em brinquedos, jogos, roupas, embalagens, peças de teatro e desenhos na televisão. Sem contar que os protagonistas passam por situações parecidas com as de seus leitores: vão à escola e ao parque, têm pesadelos e medo de dentista. Isso promove a identidade e a familiaridade entre eles."

Mas o grande trunfo são os recursos gráficos. As imagens aparecem associadas a textos coloquiais e permitem que a criança antecipe o enredo e atribua sentido à história, mesmo sem saber ler. Para Beatriz Gouveia, coordenadora do programa Além das Letras, do Instituto Avisa Lá, em São Paulo, as onomatopéias, como "ploft" e "grrr", também são importantes para facilitar a compreesão de diversas situações e emoções.

O mesmo vale para os balões. Só de olhar é possível saber se um personagem está pensando, gritando ou conversando. "Com essas informações, fica fácil entender a trama", afirma Silvana Augusto, selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10. Ela lembra que as publicações são baratas e acessíveis, o que permite a compra de vários exemplares da mesma edição para distribuir na sala. Com isso, as crianças podem acompanhar a leitura em voz alta pelo professor. 



fonte: revista Nova escola Edição 208 | Dezembro 2007